domingo, 30 de setembro de 2012
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Cinco espécies do país estão entre 100 mais ameaçadas do planeta, diz estudo
Por Gustavo Bonato | Reuters – 19 horas atrás
JEJU, Coreia do Sul, 11 Set (Reuters) - Cinco espécies brasileiras de animais estão entre as cem mais ameaçadas de extinção no planeta, de acordo com uma lista publicada nesta terça-feira pela Sociedade Zoológica de Londres.
As espécies brasileiras citadas no livro "Valiosos ou Sem Valor" (numa tradução livre), lançado no Congresso Mundial da Natureza, na Coreia do Sul, incluem um macaco da Floresta Atlântica, um pássaro da Chapada do Araripe, no Ceará, um roedor e duas borboletas.
É a primeira vez que mais de 8 mil cientistas reúnem-se para avaliar os animais, plantas e fungos mais ameaçados ao redor do globo. A lista contém espécies encontradas em 48 países diferentes.
"Todas as espécies listadas são únicas e insubstituíveis. Se elas desaparecerem, não haverá dinheiro que as traga de volta", disse Ellen Butcher, da Sociedade Zoológica de Londres, co-autora do relatório.
"No entanto, se tomarmos ações imediatas, podemos dar a elas chances de lutar pela sobrevivência. Mas isso requer que a sociedade apoie a posição moral e ética de que todas as espécies têm direito de existir."
Muriqui-do-norte.(Foto: Luciano Candisani/ Leandro Santana)
Um dos destaques da lista é o muriqui-do-norte, maior macaco das Américas, só encontrado na Mata Atlântica, no Sudeste do país. A população é calculada em menos de mil macacos, principalmente em algumas dezenas de reservas privadas e do governo.
"O desmatamento em larga escala e um passado de corte seletivo de madeira reduziu o ecossistema único do muriqui-do-norte para uma fração de sua extensão original, e as pressões de caça também afetaram as populações locais", disse o relatório.
Soldadinho-do-araripe (Foto: Ciro Albano)
A publicação cita também o soldadinho-do-araripe, uma ave de cerca de 14 centímetros que vive apenas na Chapada do Araripe, no Ceará. A população é calculada em 779 indivíduos. O relatório afirma que a principal ameaça é a "destruição do hábitat devido à expansão da agricultura, unidades de recreação e parques aquáticos."
Cavia intermedia (Foto: Nina Furnari)
A "Cavia intermedia", uma espécie de preá que existe apenas nas Ilhas Moleques do Sul, em Santa Catarina, tem população de apenas 40 a 60 indivíduos, segundo a instituição baseada em Londres, que sugere que haja mais fiscalização ao parque estadual onde estão as ilhas, além de regulamentação do acesso à área.
Actinote zikani (Foto: Augusto Hentique Batista Rosa)
A lista de 100 espécies mais ameaçadas inclui ainda a borboleta "Actinote zikani", que vive na Serra do Mar, perto de São Paulo, e a "Parides burchellanus", com uma população de menos de 100 indivíduos no Cerrado brasileiro.
Parides burchellanus. (Foto: Gerardo Lamas)
Disponível em : http://br.noticias.yahoo.com/cinco-esp%C3%A9cies-pa%C3%ADs-est%C3%A3o-entre-100-mais-amea%C3%A7adas-140104300.html
Acesso em : 12 set. 2012
sábado, 8 de setembro de 2012
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Cresce consciência ambiental em toda população do Brasil desde a Eco 92 no Rio
Pesquisa mostra que a população, além de mais consciente, mostra maior disposição em relação a atitudes ambientalmente corretas e com o consumo.
[ i ]Atitudes que parecem simples, como o descarte correto de pilhas e baterias, contribuem com o meio ambiente. Foto: Jair Araújo
Manaus - Os brasileiros estão mais conscientes sobre a importância do meio ambiente do que há 20 anos. Na comparação entre os primeiros e últimos resultados, divulgados em junho, a pesquisa ‘O Que o Brasileiro Pensa do Meio Ambiente e do Consumo Sustentável’, realizada desde 1992, ano da realização da Conferência de Cúpula, mostrou que a consciência ambiental no País quadruplicou.
As versões do levantamento mostram, que enquanto na primeira edição, que ocorreu durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Rio+20 92,47% dos entrevistados ainda não sabiam identificar os problemas ambientais. Este ano, apenas 10% ignoravam a questão.
Na média nacional, 34% sabem o que é consumo sustentável atualmente. “Esta é uma pesquisa que mostra claramente tendências”, explicou a secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Samyra Brollo de Serpa Crespo.
Nessa projeção, a população da Região Sul mostrou-se mais engajada ambientalmente. Mais da metade dos sulistas sabem o que é consumo sustentável. “A diferença do Sul é impressionante em termos dos mais altos índices não só de acertos mas de atitudes corretamente ambientais”, disse.
Ao longo de duas décadas, os mais jovens e os mais velhos são os que menos conhecem a realidade ambiental, mas a consciência aumentou. Há 20 anos, quase 40% dos entrevistados entre 16 e 24 anos não opinaram sobre problemas ambientais, assim como mais de 60% dos brasileiros com 51 anos ou mais. Este ano, as proporções caíram para 6% entre os jovens e 16,5% entre os mais velhos.
“Isso tende a mudar ainda mais, porque agora temos todo um trabalho de educação ambiental nas escolas, o que vai refletir nas faixas seguintes ao longo dos anos”, disse Samyra, acrescentando que o nível de consciência ambiental “cresce à medida que a população é mais informada e mora em áreas urbanas, porque significa acesso à informação. E, na área rural, ainda há o habito de queimar o lixo”.
Atitudes corretas
Samyra afirma que os resultados mostram que a população, além de mais consciente, mostra maior disposição em relação a atitudes ambientalmente corretas e preocupação com o consumo.
A questão relacionada ao lixo, por exemplo, é um dos problemas que mais ganhou posições no ranking dos desafios ambientais montado pelos brasileiros. O destino, seleção, coleta e outros processos relativos aos resíduos que preocupavam 4% das pessoas entrevistadas em 1992, agora são alvos da atenção de 28% das pessoas.
Este ano, 48% dos entrevistados, principalmente nas regiões Sul e Sudeste, afirmaram que fazem a separação dos resíduos nas residências. “Muitas vezes a disposição da população não encontra acolhimento de políticas públicas. Muitas vezes o cidadão separa em casa e a coleta do lixo vai e mistura os resíduos”, disse a secretária.
Na análise geral do país, os índices ainda são baixos, sendo que menos de 500 municípios têm coleta seletiva implantada. Enquanto a separação do lixo é um hábito de quase 80% das pessoas que vivem na Região Sul atualmente e de mais da metade dos moradores de cidades do Sudeste. No Norte e Nordeste, mais de 60% não separam resíduos.
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
domingo, 5 de agosto de 2012
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
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