quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Limpeza do Rio dos Sinos

Geral | 13/01/2011 | 12h00min (Letícia Barbieri)


Mutirão de limpeza retira até aparelho de TV do Rio dos Sinos
Pelo menos 20 sacos de 100 litros de lixo foram recolhidos da água, em São Leopoldo.
Televisores, máquina de datilografar, garrafas, roupas e sapatos foram alguns dos itens retirados esta manhã do Rio dos Sinos, em São Leopoldo. A iniciativa do Consórcio Pró-Sinos reuniu representantes de entidades e voluntários em um mutirão para tentar tirar um pouco do lixo jogado no rio.
O ato liderado pelo presidente do consórcio e prefeito de São Leopoldo, Ary Vanazzi (PT) , deu início aos trabalhos às 8h30min. Meia hora mais tarde, 20 sacos de 100 litros de lixo já haviam sido contabilizados. Voluntários percorreram outros pontos do rio, em quatro caiaques. Eles deverão trabalhar até o final do dia na limpeza.
Um novo mutirão será organizado para o dia 17 de março quando é comemorado o Dia do Rio. Até lá, entidades, representantes dos 22 municípios que compõem a bacia do Rio dos Sinos e voluntários serão mobilizados para o trabalho. Nesta quinta-feira, cerca de 30 pessoas se uniram à causa.


ZERO HORA

sábado, 8 de janeiro de 2011

Chuvas

Por Marília Lopes - Central de Notícias, estadao.com.br, Atualizado: 8/1/2011 13:00


Na 1ª semana do ano, 16 cidades decretaram emergência em MG

SÃO PAULO - Apenas na primeira semana do ano, 16 cidades de Minas Gerais decretaram situação de emergência por conta das fortes chuvas que atingem o Estado. Segundo a Defesa Civil Estadual, desde outubro de 2010, 108 municípios foram afetados pelos temporais.
As cidades que decretaram situação de emergência nesta semana foram: Aimorés, Divinolândia de Minas, Engenheiro Caldas, Espírito Santo do Dourado, Eugenópolis, Goiabeira, Governador Valadares, Inconfidentes, Itabirinha, Lagos dos Patos, Matozinhos, Miraí, Morro do Pilar, Ouro Fino, São Geraldo do Baixio e Senador Cortês.
Na última quarta-feira, 5, foi confirmada a 16º morte pelas chuvas. Um homem, de 38 anos, morreu em Santa Rita do Sapucaí, no sul de Minas. A casa em que José Maria da Silva estava desabou. Outras cinco pessoas, dentre elas quatro crianças, ficaram feridas.
O período de chuvas no Estado já contabiliza mais de dois mil desabrigados - pessoas que perderam tudo e precisam viver em abrigos públicos - e cerca de 13 mil desalojados, que estão em casas de parentes e amigos. De acordo com um balanço da Defesa Civil, mais de um milhão de pessoas já foram afetadas pelas chuvas em Minas. Até o momento, 4.068 casas foram danificadas e 157 destruídas.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Estudo aponta corais como provas de mudança ‘radical’ em correntes atlânticas

05 / 01 / 2011- Estudo aponta corais como provas de mudança ‘radical’ em correntes atlânticas



Por clipping
A prova de uma mudança “radical” nas correntes oceânicas do Atlântico, que começou no início dos anos 70, pode ter sido encontrada nos corais, informaram cientistas nesta terça-feira (4), preocupados com as consequências climáticas.
Bioquímicos e oceanógrafos da Suíça, Canadá e Estados Unidos puderam observar que a corrente oceânica fria do Labrador, que desce ao longo da Costa Oeste dos Estados Unidos, perdeu sua influência para a corrente quente do Golfo, que vai em direção ao norte.
Esta mudança começou no “início dos anos 1970″ e “é única nos últimos 1.800 anos”, escreveram os cientistas no jornal da Academia Americana de Ciências (PNAS, em inglês).
Durante 2 mil anos, a Labrador foi mais forte do que a do Golfo, contou Carsten Schubert, do Instituto de Pesquisa da Água das Escolas Politécnicas Federais (Eawag).
“Agora, a corrente do sul está no topo, é verdadeiramente uma mudança radical”, declarou à AFP.
Para chegar a esta conclusão, os cientistas estudaram a assinatura isotópica do nitrogênio dos recifes de coral, que se alimentam de partículas orgânicas trazidas pelas correntes, analisando o crescimento de seus anéis coloridos em 700 anos.
As águas da corrente do Golfo são salgadas e ricas em partículas orgânicas, enquanto que as águas árticas da corrente do Labrador são pobres em alimentos para os corais.
Os pesquisadores acreditam ainda que “existe uma relação direta entre as variações de correntes oceânicas no Atlântico Norte e o aquecimento global causado pelas atividades humanas”, advertiu a Eawag, em comunicado.
Essas correntes possuem um papel importante no clima mundial, já que estão ligadas a uma oscilação do Atlântico (AMO).
A AMO é uma variação cíclica em grande escala da corrente atmosférica e oceânica no Atlântico Norte que aumenta e baixa alternativamente a temperatura da superfície do oceano e traz efeitos para as condições meteorológicas na Europa e nos Estados Unidos. (Fonte: Yahoo!)



segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Seca RS

Clima

03/01/2011
17h54min

Região da fronteira do RS está sem chuva há mais de 90 dias

Seca deste verão já deixou prejuízos para produtores do sul do EstadoRicardo Cunha
Candiota (RS).
O La Niña tem castigado a metade sul do Rio Grande do Sul. Se no norte do Estado a soja e o milho se desenvolvem bem por causa da chuva regular, na fronteira com o Uruguai e Argentina algumas regiões estão há mais de 90 dias sem registro de precipitação.
– A última chuva foi em outubro. Depois, não caiu mais chuva. O que houve foram pequenas precipitações, de 10 milímetros. Nada que desse para recuperar a perda – conta a agricultora Olália da Silva.

domingo, 29 de agosto de 2010

O que é a teoria do caos?
É uma das leis mais importantes do Universo, presente na essência de quase tudo o que nos cerca. A idéia central da
teoria do caos é que uma pequenina mudança no início de um evento qualquer pode trazer conseqüências enormes e absolutamente desconhecidas no futuro. Por isso, tais eventos seriam praticamente imprevisíveis - caóticos, portanto. Parece assustador, mas é só dar uma olhada nos fenômenos mais casuais da vida para notar que essa idéia faz sentido. Imagine que, no passado, você tenha perdido o vestibular na faculdade de seus sonhos porque um prego furou o pneu do ônibus. Desconsolado, você entra em outra universidade. Então, as pessoas com quem você vai conviver serão outras, seus amigos vão mudar, os amores serão diferentes, seus filhos e netos podem ser outros...
No final, sua vida se alterou por completo, e tudo por causa do tal prego no início dessa seqüência de eventos! Esse tipo de imprevisibilidade nunca foi segredo, mas a coisa ganhou ares de estudo científico sério no início da década de 1960, quando o meteorologista americano Edward Lorenz descobriu que fenômenos aparentemente simples têm um comportamento tão caótico quanto a vida. Ele chegou a essa conclusão ao testar um programa de computador que simulava o movimento de massas de ar. Um dia, Lorenz teclou um dos números que alimentava os cálculos da máquina com algumas casas decimais a menos, esperando que o resultado mudasse pouco. Mas a alteração insignificante, equivalente ao prego do nosso exemplo, transformou completamente o padrão das massas de ar. Para Lorenz, era como se "o bater das asas de uma borboleta no Brasil causasse, tempos depois, um tornado no Texas". Com base nessas observações, ele formulou equações que mostravam o tal "efeito borboleta".
Estava fundada a
teoria do caos. Com o tempo, cientistas concluíram que a mesma imprevisibilidade aparecia em quase tudo, do ritmo dos batimentos cardíacos às cotações da Bolsa de Valores. Na década de 70, o matemático polonês Benoit Mandelbrot deu um novo impulso à teoria ao notar que as equações de Lorenz batiam com as que ele próprio havia feito quando desenvolveu os fractais, figuras geradas a partir de fórmulas que retratam matematicamente a geometria da natureza, como o relevo do solo ou as ramificações de nossas veias e artérias. A junção do experimento de Lorenz com a matemática de Mandelbrot indica que o caos parece estar na essência de tudo, moldando o Universo. "Lorenz e eu buscávamos a mesma verdade, escondida no meio de uma grande montanha.
A diferença é que escavamos a partir de lugares diferentes", diz Mandelbrot, hoje na Universidade de Yale, nos Estados Unidos. E pesquisas recentes mostraram algo ainda mais surpreendente: equações idênticas aparecem em fenômenos caóticos que não têm nada a ver uns com os outros. "As equações de Lorenz para o caos das massas de ar surgem também em experimentos com raio laser, e as mesmas fórmulas que regem certas soluções químicas se repetem quando estudamos o ritmo desordenado das gotas de uma torneira", afirma o matemático Steven Strogatz, da Universidade Cornell, nos Estados Unidos. Isso significa que pode haver uma estranha ordem por trás de toda a imprevisibilidade. Só a continuação das "escavações" pode resolver o mistério.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Não encontre defeitos, encontre soluções. Qualquer um sabe queixar-se.