Jornal do Brasil
Hoje às 14h52 - Atualizada hoje às 14h56
MP pede inquérito da PF para apurar importação de lixo hospitalar
Alex Rodrigues
Tamanho do Texto:+A-AImprimirPublicidadeO Ministério Público Federal (MPF) em Pernambuco requisitou à Polícia Federal (PF) a abertura de inquérito para investigar a importação de toneladas de lixo hospitalar dos Estados Unidos por uma empresa têxtil de Pernambuco. Designada para o caso, a procuradora da República Carolina de Gusmão Furtado também abriu uma investigação administrativa para decidir se cabem medidas cíveis ambientais. As informações são da assessoria do MPF.
Ontem (17) à noite, a Polícia Civil pernambucana apreendeu em Caruaru (PE) mais 15 toneladas de tecido com a logomarca de hospitais norte-americanos. O material foi encontrado em um galpão inspecionado graças a mandados judiciais de busca e apreensão. O armazém fica no Bairro Universitário e pertence a empresa Na Intimidade, que funciona com o nome fantasia Império do Forro de Bolso.
Foi o terceiro estabelecimento da empresa onde as autoridades encontram pedaços de tecido e forros de bolso prontos para a venda com manchas que podem ser de sangue. Os retalhos também apresentam a logomarca de hospitais norte-americanos. O material guarda semelhanças com as 46 toneladas de lençóis, fronhas, toalhas de banho, batas, pijamas e roupas de bebês sujas de sangue retidas na semana passada, no Porto de Suape, em Pernambuco.
Os dois estabelecimentos que a Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa) já havia interditado com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ficam nas cidades de Santa Cruz do Capibaribe e de Toritama, onde o tecido pode ser comprado por R$ 10 o quilo. Amostras do material recolhidas nos dois locais interditados foram enviadas ao Instituto de Criminalística para análise.
O suposto responsável pela Império dos Forros, Altair Moura, cujo nome consta em registros da empresa disponíveis para consulta na internet ainda não foi localizado. Somente com o resultado da investigação da PF o MPF irá definir que medidas deverão ser adotadas. O órgão sustenta haver indícios claros de, ao menos, três crimes: contrabando, uso de documento falso e crime ambiental.
Na sexta-feira (14), o inspetor-chefe da Alfândega da Receita Federal no Porto de Suape, Carlos Eduardo da Costa Oliveira, disse à Agência Brasil que é preciso saber se a empresa importadora responsável conhecia o conteúdo dos contêineres vindos dos Estados Unidos; se pretendia descartar o material indevidamente no Brasil ou se, mesmo tendo conhecimento da carga de lixo hospitalar, planejava usar o tecido sujo em sua produção.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Projeto 'Verão ambiental: essa é nossa praia' é lançado, em PE
17/10/2011 11h52 - Atualizado em 17/10/2011 21h14
Projeto 'Verão ambiental: essa é nossa praia' é lançado, em PE
A ação envolve prefeituras, órgãos ambientais e trabalhadores das praias.
O objetivo é sensibilizar as pessoas para a preservação do meio ambiente.
Do G1 PE, com informações do Bom Dia PE
A Agência Estadual de Meio Ambiente de Pernambuco (CPRH) lançou nesta segunda (17) a campanha para sensibilizar a população sobre a importância da preservação das áreas litorâneas, sobretudo no período de veraneio. O projeto “Verão ambiental: essa é a nossa praia!”, em sua segunda edição, vai atuar em 15 das 21 cidades litorâneas do Estado e envolve prefeituras, órgãos ambientais e trabalhadores das praias em uma ação de conscientização que visa a conservação do litoral. No ano passado, apenas cinco cidades estavam envolvidas.
A capacitação dos gestores ambientais e ações de conscientização de banhistas, através de panfletos, estão entre as ações do projeto, que começa neste mês de outubro e se estende até fevereiro de 2012. “Percebemos uma mudança de postura da população, como não deixar lixo na praia e não levar animais. A proibição existe, mas a população por vezes desconhece a lei. A educação ambiental visa conscientizar essas pessoas. A fiscalização também faz parte do projeto”, explica o diretor-presidente da CPRH, Hélio Gurgel.
Desde o ano passado, a Agência instalou um esquema de monitoramento das praias, dados que serão confrontados com os que forem recolhidos nesta edição do projeto. “Ainda não temos como avaliar a evolução do quadro”, conta Gurgel, que ainda ressalta a importância do litoral para o Estado. “Pernambuco tem 56% de sua população morando na sua faixa litorânea. São quase 5 milhões de pessoas que se tornam usuárias do litoral, seja para lazer ou para atividades econômicas”, diz.
O envolvimento de grupos da sociedade civil, como associações de buggys e de barraqueiros, também foram importantes para o sucesso do projeto. “Está sendo combatido não só a questão do recolhimento do material descartado, mas o destino desse lixo, pois ele afeta a vida marinha, a balneabilidade da praia e a saúde humana”, afirma Gurgel.
Nesta segunda, foi lançada também uma cartilha contendo informações sobre os principais problemas existentes e orientações para as pessoas que frequentam as praias. O material foi elaborado a partir de informações e conteúdos apresentados e discutidos pelos representantes dos setores dos municípios que participaram das oficinas de educação ambiental do ano passado.
As ações deste ano vão acontecer nos munícipios de Barreiros, Cabo de Santo Agostinho, Goiana, Igarassu, Ipojuca, Ilha de Itamaracá, Itapissuma, Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Paulista, Recife, Rio Formoso, Sirinhaém, São José da Coroa Grande e Tamandaré.
Na praia de Porto de Galinhas, no Litoral Sul de Pernambuco, a delimitação da área de visitação dos corais foi uma das medidas adotadas para preservar a fauna e a flora marinha. A pesca no local foi proibida.Segundo o coordenador de pesca do Ibama, Davson Oliveira, equipes do órgão realizam fiscalizações na praia. “Nos pontos comerciais onde são encontrados os corais retirados irregularmente é aplicada uma multa que varia de R$ 500 a R$ 50 mil, e mais R$ 20 por kg ou unidade do calcário encontrado”, explica.
O coordenador também afirma que os pescadores da região ajudam na preservação. “Em Porto de Galinhas os pescadores já estão conscientizados de que não podem utilizar aquelas faixas delimitadas, isso é bom para o meio ambiente”, comenta.
Projeto 'Verão ambiental: essa é nossa praia' é lançado, em PE
A ação envolve prefeituras, órgãos ambientais e trabalhadores das praias.
O objetivo é sensibilizar as pessoas para a preservação do meio ambiente.
Do G1 PE, com informações do Bom Dia PE
A Agência Estadual de Meio Ambiente de Pernambuco (CPRH) lançou nesta segunda (17) a campanha para sensibilizar a população sobre a importância da preservação das áreas litorâneas, sobretudo no período de veraneio. O projeto “Verão ambiental: essa é a nossa praia!”, em sua segunda edição, vai atuar em 15 das 21 cidades litorâneas do Estado e envolve prefeituras, órgãos ambientais e trabalhadores das praias em uma ação de conscientização que visa a conservação do litoral. No ano passado, apenas cinco cidades estavam envolvidas.
A capacitação dos gestores ambientais e ações de conscientização de banhistas, através de panfletos, estão entre as ações do projeto, que começa neste mês de outubro e se estende até fevereiro de 2012. “Percebemos uma mudança de postura da população, como não deixar lixo na praia e não levar animais. A proibição existe, mas a população por vezes desconhece a lei. A educação ambiental visa conscientizar essas pessoas. A fiscalização também faz parte do projeto”, explica o diretor-presidente da CPRH, Hélio Gurgel.
Desde o ano passado, a Agência instalou um esquema de monitoramento das praias, dados que serão confrontados com os que forem recolhidos nesta edição do projeto. “Ainda não temos como avaliar a evolução do quadro”, conta Gurgel, que ainda ressalta a importância do litoral para o Estado. “Pernambuco tem 56% de sua população morando na sua faixa litorânea. São quase 5 milhões de pessoas que se tornam usuárias do litoral, seja para lazer ou para atividades econômicas”, diz.
O envolvimento de grupos da sociedade civil, como associações de buggys e de barraqueiros, também foram importantes para o sucesso do projeto. “Está sendo combatido não só a questão do recolhimento do material descartado, mas o destino desse lixo, pois ele afeta a vida marinha, a balneabilidade da praia e a saúde humana”, afirma Gurgel.
Nesta segunda, foi lançada também uma cartilha contendo informações sobre os principais problemas existentes e orientações para as pessoas que frequentam as praias. O material foi elaborado a partir de informações e conteúdos apresentados e discutidos pelos representantes dos setores dos municípios que participaram das oficinas de educação ambiental do ano passado.
As ações deste ano vão acontecer nos munícipios de Barreiros, Cabo de Santo Agostinho, Goiana, Igarassu, Ipojuca, Ilha de Itamaracá, Itapissuma, Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Paulista, Recife, Rio Formoso, Sirinhaém, São José da Coroa Grande e Tamandaré.
Na praia de Porto de Galinhas, no Litoral Sul de Pernambuco, a delimitação da área de visitação dos corais foi uma das medidas adotadas para preservar a fauna e a flora marinha. A pesca no local foi proibida.Segundo o coordenador de pesca do Ibama, Davson Oliveira, equipes do órgão realizam fiscalizações na praia. “Nos pontos comerciais onde são encontrados os corais retirados irregularmente é aplicada uma multa que varia de R$ 500 a R$ 50 mil, e mais R$ 20 por kg ou unidade do calcário encontrado”, explica.
O coordenador também afirma que os pescadores da região ajudam na preservação. “Em Porto de Galinhas os pescadores já estão conscientizados de que não podem utilizar aquelas faixas delimitadas, isso é bom para o meio ambiente”, comenta.
sábado, 15 de outubro de 2011
Dia do Consumo Consciente vai estimular preservação ambiental
Hoje às 14h00 - Atualizada hoje às 14h02
Dia do Consumo Consciente vai estimular preservação ambiental
O Ministério do Meio Ambiente promove hoje (15) o Dia do Consumo Consciente. Uma série de atividades para estimular o uso da sacola retornável e reduzir o consumo de sacos plásticos que prejudicam o meio ambiente. A ideia é recusar, durante as 24h do dia, as tão famosas sacolinhas. O objetivo é despertar a consciência do público para os problemas sociais, econômicos, ambientais e políticos causados por padrões de produção, consumo excessivo e insustentáveis praticados.
“Um consumidor consciente é aquele que faz escolhas inteligentes para sua qualidade de vida, para respeitar os limites do planeta e para respeitar as outras pessoas”, disse a secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Samira Crespo
O ministério está promovendo uma campanha em quatro cidades brasileiras: Brasília, São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Em parceria com o Metrô, estão sendo colocados contêineres e coletores em estações definidas. Do dia 14 até o dia 26 de outubro, serão coletados todos os materiais eletroeletrônicos que os consumidores quiserem descartar. A meta é coletar 50 toneladas de lixo eletrônico. O material recolhido será reaproveitado ou descartado de forma correta, sem danos para o meio ambiente.
“Tudo que a gente joga fora hoje pode voltar para economia, pode ter uma utilidade, tem valor econômico. Não tem mais nada na nossa sociedade que a gente possa desperdiçar”, disse Samira Crespo em entrevista ao programa Revista Brasil. De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, 17,5% da população brasileira têm lixo eletrônico em casa.
O Instituto Akatu (organização não governamental que trabalha pela conscientização e mobilização da sociedade para o consumo consciente) quer comemorar o Dia do Consumo Consciente de uma forma diferente, ocupando praças e parques em todo o país no domingo (16), com um convite para realizar piqueniques.
Dia do Consumo Consciente vai estimular preservação ambiental
O Ministério do Meio Ambiente promove hoje (15) o Dia do Consumo Consciente. Uma série de atividades para estimular o uso da sacola retornável e reduzir o consumo de sacos plásticos que prejudicam o meio ambiente. A ideia é recusar, durante as 24h do dia, as tão famosas sacolinhas. O objetivo é despertar a consciência do público para os problemas sociais, econômicos, ambientais e políticos causados por padrões de produção, consumo excessivo e insustentáveis praticados.
“Um consumidor consciente é aquele que faz escolhas inteligentes para sua qualidade de vida, para respeitar os limites do planeta e para respeitar as outras pessoas”, disse a secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Samira Crespo
O ministério está promovendo uma campanha em quatro cidades brasileiras: Brasília, São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Em parceria com o Metrô, estão sendo colocados contêineres e coletores em estações definidas. Do dia 14 até o dia 26 de outubro, serão coletados todos os materiais eletroeletrônicos que os consumidores quiserem descartar. A meta é coletar 50 toneladas de lixo eletrônico. O material recolhido será reaproveitado ou descartado de forma correta, sem danos para o meio ambiente.
“Tudo que a gente joga fora hoje pode voltar para economia, pode ter uma utilidade, tem valor econômico. Não tem mais nada na nossa sociedade que a gente possa desperdiçar”, disse Samira Crespo em entrevista ao programa Revista Brasil. De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, 17,5% da população brasileira têm lixo eletrônico em casa.
O Instituto Akatu (organização não governamental que trabalha pela conscientização e mobilização da sociedade para o consumo consciente) quer comemorar o Dia do Consumo Consciente de uma forma diferente, ocupando praças e parques em todo o país no domingo (16), com um convite para realizar piqueniques.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
terça-feira, 11 de outubro de 2011
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Balneário no Piauí recebe 100 mil peixes para conter ataque de piranhas
Balneário no Piauí recebe 100 mil peixes para conter ataque de piranhas
Por Redação Yahoo! Brasil
Yahoo! Notícias – 5 horas atrás
Barragem recebeu 100 mil tilápias para controlar superpopulação de piranhas
Os banhistas que procuravam descanso e diversão na barragem do Bezerro – no município de José de Freitas (a 52 quilômetros de Teresina), no Piauí – sofreram ataques de piranhas nos últimos dois meses. Pelo menos cem pessoas deram entrada no hospital da cidade com mordidas no calcanhar e nos dedos dos pés.
Para controlar a superpopulação da espécie, o Ibama e o Sindpesca colocaram 100 mil de tilápias na região. As tilápias têm a função de atacar e servir de alimento das piranhas, sem que elas ataquem o ser humano. Até novembro, a barragem vai receber mais 200 mil peixes das espécies tucunaré e traíra para que a cadeia volte ao equilíbrio.
No último mês, a Semar (Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado do Piauí) realizou uma pescaria de piranhas com malha de pesca, em caráter excepcional, para ajudar na redução da espécie. A ação coletou duas mil piranhas, que foram distribuídas à comunidade. Do total, 62% eram piranhas (principalmente as vermelhas, mais agressivas) e 10% eram traíra (outro peixe carnívoro). Foram pescados poucos tucunarés e pirandebas.
A superpopulação de piranhas na barragem se deve à pesca irregular de tucunarés e traíras, predadores naturais dos ovos das piranhas. “Essa ação serviu para verificar a quantidade de piranhas, promover um equilíbrio ambiental e ainda oferecer alimento à comunidade. Percebemos que estava faltando alimento para as piranhas. Os ataques eram ocasiocados pela fome”, comenta o engenheiro de pesca e analista ambiental do Ibama Antônio Reis.
Outra providência que deve ser tomada pela prefeitura de José de Freitas é a instalação de uma tela de contenção para isolar área de banho com uma tela.
As piranhas são espécies que vivem em praticamente todos os rios do Brasil. “Elas penetram em lagoas marginais e em alguns reservatórios que se comunicam com o rio em épocas de chuva. As piranhas só não pulam quedas d’água com mais de 1,5 metro de altura”, esclarece o analista ambiental.
Por Redação Yahoo! Brasil
Yahoo! Notícias – 5 horas atrás
Barragem recebeu 100 mil tilápias para controlar superpopulação de piranhas

Os banhistas que procuravam descanso e diversão na barragem do Bezerro – no município de José de Freitas (a 52 quilômetros de Teresina), no Piauí – sofreram ataques de piranhas nos últimos dois meses. Pelo menos cem pessoas deram entrada no hospital da cidade com mordidas no calcanhar e nos dedos dos pés.
Para controlar a superpopulação da espécie, o Ibama e o Sindpesca colocaram 100 mil de tilápias na região. As tilápias têm a função de atacar e servir de alimento das piranhas, sem que elas ataquem o ser humano. Até novembro, a barragem vai receber mais 200 mil peixes das espécies tucunaré e traíra para que a cadeia volte ao equilíbrio.
No último mês, a Semar (Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado do Piauí) realizou uma pescaria de piranhas com malha de pesca, em caráter excepcional, para ajudar na redução da espécie. A ação coletou duas mil piranhas, que foram distribuídas à comunidade. Do total, 62% eram piranhas (principalmente as vermelhas, mais agressivas) e 10% eram traíra (outro peixe carnívoro). Foram pescados poucos tucunarés e pirandebas.
A superpopulação de piranhas na barragem se deve à pesca irregular de tucunarés e traíras, predadores naturais dos ovos das piranhas. “Essa ação serviu para verificar a quantidade de piranhas, promover um equilíbrio ambiental e ainda oferecer alimento à comunidade. Percebemos que estava faltando alimento para as piranhas. Os ataques eram ocasiocados pela fome”, comenta o engenheiro de pesca e analista ambiental do Ibama Antônio Reis.
Outra providência que deve ser tomada pela prefeitura de José de Freitas é a instalação de uma tela de contenção para isolar área de banho com uma tela.
As piranhas são espécies que vivem em praticamente todos os rios do Brasil. “Elas penetram em lagoas marginais e em alguns reservatórios que se comunicam com o rio em épocas de chuva. As piranhas só não pulam quedas d’água com mais de 1,5 metro de altura”, esclarece o analista ambiental.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
CMN aprova regulamentação de fundo para o clima
estadao.com.br, Atualizado: 14/9/2011 16:09
CMN aprova regulamentação de fundo para o clima
BRASÍLIA - O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, em reunião extraordinária realizada nesta terça, 13, a regulamentação dos financiamentos do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (FNMC) vinculado ao Ministério do Meio Ambiente.
Nas operações diretas, os juros cobrados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) serão de 4,5% ao ano. Já nas indiretas, as taxas cobradas pelas instituições financeiras serão de 3% ao ano, mais 0,9% ao ano se os tomadores tiverem renda anual de até R$ 90 milhões. Os demais pagarão uma taxa adicional de 1,4% ao ano, totalizando 4,4% ao ano.
Além disso, cada modalidade de financiamento contará ainda com taxas adicionais. Para as atividades de combate à desertificação, por exemplo, esse adicional será de 1,6 ponto porcentual, com prazo de até oito anos, incluídos dois anos de carência.
Já para as atividades relativas à energia solar e das marés, o adicional será de apenas 1,1 ponto porcentual, com prazo de 15 anos, com oito de carência. Para energia eólica, biomassa e produção de carvão vegetal, o adicional chega a 5 ponto porcentual sobre as taxas cobradas pelos bancos.
CMN aprova regulamentação de fundo para o clima
BRASÍLIA - O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, em reunião extraordinária realizada nesta terça, 13, a regulamentação dos financiamentos do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (FNMC) vinculado ao Ministério do Meio Ambiente.
Nas operações diretas, os juros cobrados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) serão de 4,5% ao ano. Já nas indiretas, as taxas cobradas pelas instituições financeiras serão de 3% ao ano, mais 0,9% ao ano se os tomadores tiverem renda anual de até R$ 90 milhões. Os demais pagarão uma taxa adicional de 1,4% ao ano, totalizando 4,4% ao ano.
Além disso, cada modalidade de financiamento contará ainda com taxas adicionais. Para as atividades de combate à desertificação, por exemplo, esse adicional será de 1,6 ponto porcentual, com prazo de até oito anos, incluídos dois anos de carência.
Já para as atividades relativas à energia solar e das marés, o adicional será de apenas 1,1 ponto porcentual, com prazo de 15 anos, com oito de carência. Para energia eólica, biomassa e produção de carvão vegetal, o adicional chega a 5 ponto porcentual sobre as taxas cobradas pelos bancos.
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